Paços do Concelho

O edifício - Paços do Concelho

Na cidade a Arquitectura deverá estabelecer um diálogo com a sua substância histórica e não, como hoje sucede, distanciar-se de todas as suas estruturas fundamentais para viver uma existência solitária e hostil a qualquer integração. Toda a nova planificação urbana deve adaptar-se à ordem da estrutura total e a sua forma corresponder àquilo que existe no espaço.
O edifício tenta em toda a sua forma exterior relacionar-se com a sua envolvente; por isso os dois volumes de diferente cércea que se ligam através de um terceiro elemento quase neutro, marcado por cor e textura diferente. As cores suaves do mármore e granito simbolizam a simplicidade de intervenção com formas puras e dignas, marcando ao mesmo tempo, referências ao verdadeiro sentido de casa de Poder Local e Espaço que é de todos e a todos deverá servir.
No seu interior quase transparente, sente-se pela dimensão e escala o que cada espaço significa sendo sinónimo de escala, não a medida do homem mas a dimensão relativa ao homem.
        
       Entrei sem saber onde 
       E aí me encontrei sem saber mais nada
       Para lá de qualquer ciência (S. João da Cruz)

 

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